Cada país, as suas pesquisas
As palavras-chave não se traduzem — descobrem-se. O que se pesquisa em Lisboa não é o que se pesquisa em Madrid ou Paris.
SEO INTERNACIONAL
Vender para Espanha, França ou outro mercado não é traduzir o site — é otimizá-lo para cada país: as palavras certas, a estrutura certa, os sinais certos para o Google. Somos uma agência franco-portuguesa: o internacional é o nosso terreno natural. Peça uma auditoria SEO grátis em 24h.
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O SEO internacional é a otimização de um site para posicionar em vários países ou línguas: estrutura de domínios, etiquetas hreflang, palavras-chave locais e conteúdo adaptado a cada mercado — para que cada visitante encontre a versão certa.
O erro de base é tratar a expansão como um problema de tradução. Não é: é um problema de pesquisa. Cada mercado pesquisa com palavras diferentes, em motores configurados de forma diferente, com expectativas diferentes.
As palavras-chave não se traduzem — descobrem-se. O que se pesquisa em Lisboa não é o que se pesquisa em Madrid ou Paris.
Domínios, hreflang, Search Console: o Google precisa de sinais claros para mostrar a versão certa no país certo.
Espanhol de Espanha ou do México, português de Portugal ou do Brasil: a variante errada afasta o cliente — e o Google nota.
Uma tradução correta pode ser um mau SEO. Localizar é reescrever para o mercado: as palavras que os clientes realmente pesquisam, as unidades, os métodos de pagamento, o tom. É a diferença entre estar presente num país e vender nesse país.
Um exemplo concreto do nosso dia a dia: um site que traduz "devis" do francês por "cotação" está gramaticalmente certo — mas em Portugal, o cliente pesquisa "orçamento". A página traduzida existe; a página localizada posiciona.
Por isso, o trabalho de SEO internacional começa sempre por uma pesquisa de palavras-chave própria em cada mercado — nunca pela tradução da lista original. É essa pesquisa que dita o vocabulário das páginas, dos títulos e das categorias de cada versão.
É o caso que melhor conhecemos — porque o combatemos todos os dias. Grande parte do conteúdo "em português" na internet é português do Brasil: "usuário", "celular", "você", gerúndio. Para um cliente português, soa estrangeiro. E para o Google, é um sinal de relevância mais fraco.
Um site em pt-BR a vender para Portugal — ou em pt-PT a vender para o Brasil — está a jogar fora de casa: vocabulário que não corresponde às pesquisas locais, tom que afasta o cliente, e uma variante linguística que o Google distingue perfeitamente. Se os dois mercados interessam, cada um merece a sua versão, com o hreflang a separá-las.
O mesmo princípio vale para o espanhol (Espanha vs América Latina), o francês (França vs Canadá) e o inglês (Reino Unido vs EUA). A variante certa não é um detalhe de estilo: é um fator de posicionamento e de conversão.
Todo o nosso site é escrito em português europeu estrito — é a nossa demonstração prática. E é o padrão que aplicamos a todos os projetos: a língua real do mercado, não uma aproximação.
Onde colocar cada versão do site? As três opções funcionam — com compromissos diferentes entre custo, autoridade e sinal geográfico. A escolha certa depende do orçamento, da equipa e da ambição em cada mercado.
As três estruturas possíveis
| Critério | Domínio por país (.pt, .es, .fr) | Subdomínio (es.site.com) | Subdiretório (site.com/es/) |
|---|---|---|---|
| Sinal geográfico | O mais forte | Médio | Definido no Search Console |
| Autoridade | Cada domínio começa do zero | Parcialmente separada | Herdada do domínio principal |
| Custo e gestão | O mais pesado | Médio | O mais leve |
| Ideal para | Marcas fortes por país | Casos específicos | A maioria das PME |
Para a maioria das PME portuguesas que se lançam num segundo mercado, o subdiretório é o ponto de partida certo: herda a autoridade existente, custa menos a gerir e o geotargeting resolve-se na configuração. O domínio por país justifica-se quando o mercado se torna estratégico.
O hreflang é a etiqueta que indica ao Google a língua e o país de cada versão de uma página — para que um cliente em Madrid veja a versão espanhola e um cliente no Porto a portuguesa. Simples no princípio, delicado na execução.
Passo 01
Cada página tem as suas equivalentes noutras línguas? O hreflang liga páginas correspondentes, não sites inteiros.
Passo 02
"pt-PT", "pt-BR", "es-ES": o código certo para cada versão, mais um x-default para os restantes visitantes.
Passo 03
Se a página A aponta para a B, a B tem de apontar para a A. Sem reciprocidade, o Google ignora as etiquetas.
Passo 04
Validar a implementação e acompanhar no Search Console — os erros de hreflang são silenciosos e frequentes.
Os erros mais comuns que encontramos nas auditorias: etiquetas sem reciprocidade, códigos de país inventados, x-default em falta e versões de língua incompletas. Nenhum é visível a olho nu — todos custam posições.
Três frentes completam a base técnica: o geotargeting no Search Console (dizer ao Google que mercado serve cada versão), a gestão do conteúdo quase idêntico entre variantes da mesma língua, e a velocidade de carregamento em cada país de destino.
O conteúdo duplicado entre variantes é o caso mais subtil: duas versões em espanhol — Espanha e México — são parecidas o suficiente para competir entre si se o hreflang não as separar corretamente. A regra: cada versão declarada, completa e coerente, sem páginas traduzidas pela metade.
Quanto à velocidade: um site rápido em Lisboa pode ser lento em Paris ou São Paulo. O alojamento e a distribuição de conteúdos devem servir os mercados reais — é um dos pontos que medimos na auditoria.
Para as lojas online portuguesas que querem vender em Espanha ou França, e para as empresas francesas ou espanholas que querem o mercado português. Como agência franco-portuguesa, trabalhamos os dois sentidos — com a língua e a cultura de cada lado.
Os casos típicos que acompanhamos: uma loja online que abre o mercado espanhol e precisa da versão es-ES completa, com as palavras-chave locais e o hreflang certo; uma loja PrestaShop que já tem o multilingue nativo mas mal configurado; uma empresa francesa que quer uma presença portuguesa genuína — em pt-PT, não numa tradução automática.
Em todos, o método é o mesmo: pesquisa de palavras-chave por mercado, estrutura e hreflang corretos, conteúdo localizado a sério, e resultados acompanhados no Search Console de cada versão.
Começamos pela auditoria gratuita em 24h: analisamos a estrutura atual, o hreflang, as versões de língua e o potencial de cada mercado — com um plano de ação priorizado. Depois executamos por fases, mercado a mercado, com resultados verificáveis.
Não prometemos posições em nenhum país — comprometemo-nos com o trabalho e a transparência: o Search Console de cada versão mostra a evolução real das impressões e dos cliques, e pode verificá-la por si próprio.
Um interlocutor único, sem contratos anuais, em português ou em francês — como em todos os serviços da nossa agência SEO.
E com a mesma franqueza de sempre: se um mercado não justifica o investimento, dizemos-lho antes de gastar um euro.
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